Denúncias de pedofilia geraram mais de 1.200 quebras de sigilo no Orkut

Dados são do Ministério Público Federal, que direciona as denúncias.ONG Safernet lançou 'kit educação' para previnir crimes na internet.
O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo anunciou nesta segunda-feira (3) que 1.287 páginas do Orkut tiveram seu sigilo quebrado desde que as investigações sobre pedofilia na rede foram oficializadas, em junho de 2008. No total, 1.926 "notícias e imagens com indícios de pornografia infantil veiculadas no Okut" foram denunciadas, segundo o MPF, sendo que algumas delas continuam sob investigação.

O Estado de São Paulo concentra a maioria dos inquéritos, com 174 ocorrências na capital e 89 no interior, totalizando 263 denúncias. As reclamações sobre conteúdos impróprios, incluindo pedofilia, xenofobia e racismo, podem ser feitas através da organização não-governamental (ONG) Safernet e do Digi-Denúncia.

A Safernet diz ter recebido, no primeiro semestre deste ano, 46.565 denúncias anônimas de crimes e violações aos Direitos Humanos na internet - destas, 25.212 eram referentes a pornografia infantil. Segundo a ONG, 40% das páginas denunciadas foram removidas pelos provedores envolvidos.

Diga-me o que vestes que eu te direi quem és.

A aparição desleixada de Obama (e sua confissão de que Michelle compra suas roupas) causou impacto sobre o público

Andar na moda é, pelo menos nos Estados Unidos, uma questão de Estado. Esta semana o presidente Barack Obama foi massacrado pelos seus eleitores por ter se apresentado inadequadamente vestido na abertura de um jogo de beisebol.

Queridinho da mídia e do coração de grande parte dos adultos votantes americanos, Obama foi abatido por uma avalanche de reclamações contra o jeans largo e de cintura alta, no estilo papai sabe tudo, usado na apresentação.

A aparição mal vestida revoltou os admiradores de Mr. Obama e culminou numa entrevista na NBC, na qual ele se rendeu aos comentários maldosos confirmando não ser chegado em moda.
Para os eleitores, além dele ter cometido um pecado grave – afinal os EUA inventaram o marketing pessoal – o presidente completou jogando a mulher na fogueira confessando que é ela quem compra as roupas que usa.

Para os americanos, a economia em baixa e as altas taxas de desemprego não são desculpas para uma aparência inadequada. E mesmo com uma desenvoltura profissional com poucas críticas, não se apresentar vestido como manda o imaginário do seu público é tão ruim quanto dirigir mal o país.

Embora este episódio pareça distante da nossa realidade, ele é relevante porque deixa aparente a importância das roupas na construção da imagem sócio-profissional das pessoas.
Algumas vezes, somos levados a crer que a atenção e cuidados com a aparência não têm relevância efetiva para a carreira profissional ou para a vida, e que a observação dos detalhes na escolha sobre o que vestir são próprias de desocupados ou endinheirados.

Mas isso não é verdade, muitos estudiosos têm demonstrado a importância da roupa não só como função estética, mas como fonte de informações e significados para quem vê, aqui ou em qualquer outro lugar do mundo globalizado.

Pensamentos como os de Pirandello, o autor italiano do início do século 20 que afirmou que “As coisas são como parecem”, e de Umberto Eco, filósofo e escritor que defende que “50% das roupas que usamos é só para impressionar quem nos vê”, dão conta de mostrar que nem Barack Obama pode se contrapor à importância das roupas.

Pensando nos eleitores americanos, é preciso compreender que ver seu presidente usando calça ao estilo do grande (mas ultrapassado) filme “Dólar Furado” é de fato preocupante, na medida em que do jeito presidencial nasce a questão sobre a competência, arrojo e empreendedorismo de quem se veste de forma tão retrógrada.

Acreditando que a roupa tem mesmo a competência de revelar até pensamentos, vestir-se adequadamente para o momento e idade é para lá de importante para não deixar nenhuma duvida a respeito de quem somos, gostamos ou fazemos – tanto na vida pessoal quanto na profissional.

COMO DIZER AO SEU NAMORADO QUE VOCÊ ESTÁ PRONTA PARA O SEXO

Uma das partes mais gostosas de se namorar é aprender a se deliciar das coisas através do tempo. No começo vem o beijo, depois os carinhos, que ficam mais quentes a cada dia, consequentemente, vem uns amassos mais fortes até que, finalmente, chega o momento do sexo. Não sou daqueles que acham que um namoro só funciona se existir sexo o tempo todo, desde o início. Eu acredito que todos devemos nos segurar um pouco, para sempre termos alguma novidade, alguma carta na manga. O sexo é o ápice da ligação entre os dois, certo? É preciso estar muito certo, convicto e confiante para chegar à esse ponto, vocês não concordam?

Enfim, algumas meninas se seguram o tempo que acreditam ser o necessário para acontecer, até estarem certas o bastante de que chegou a hora. Porém, um dos maiores dilemas é a forma de como dizer isso ao garoto, não é, meninas? Creio que existem dois tipos se situações aqui: uma para aquelas que já fizeram sexo com outra pessoa, outra para aquelas que ainda terão a sua primeira vez.

Para quem já fez, quando vocês tiverem a certeza de que chegou a hora, apesar de toda a vergonha que rola em momentos assim, simplesmente diga. Existem váááárias formas de falar que você já se sente preparada para o sexo. Baseie-se no “pronta para avançar para o próximo nível da relação” (e adiante-se dizendo que não, você ainda não quer conhecer os pais dele) e converse, numa boa, com o garoto. Ser direta e chegar dizendo que “quer fazer sexo” pode ser um pouco vulgar demais e, de vez em quando, acaba assustando o menino, que - por mais que vocês não acreditem nissso - não estão sempre preparados para o sexo. Na nossa adolescência, queremos o tempo todo, mas temos o maior medo de fazer. Talvez por não saber direito o que fazer, como fazer, como agradar…
Para as meninas que nunca fizeram nada parecido na vida, a coisa fica um pouco mais complicada. Você precisa conversar muuuuito com o garoto para não se arrepender depois, né? Quando você achar que chegou a hora (E AQUI, LEMBRE-SE: sexo não é prova de amor. Se alguém, alguma vez na vida, dizer ‘então faça algo para provar que você me ama’, caia fora!), simplesmente diga ao menino, que vai acabar se sentindo todo especial e, com certeza, vai querer fazer da sua primeira vez inesquecível.
Na verdade, esse não é um assunto muito complicado, né? Rola uma vergonha básica, um nervosismo tremendo, medo e todos os sentimentos juntos. Mas é só você não ser afobada e tentar conversar abertamente com o garoto, sem ficar insegura das reações que ele possa ter. Ele também tem o tempo dele, as crenças e criação, portanto, às vezes, ele também vai precisar “estar pronto” para o sexo.
Aproveitando os comentários de vocês, vale lembrar que, se rolar naturalmente, melhor. O post é voltado para aquelas meninas que sentem vergonha e não sabem a melhor maneira de insinuar ou mostrar isso, ok? =)

E você, como foi que falou para o seu namorado que estava pronta para o sexo? Compartilhe aí e dê idéias para as meninas que estão na dúvida!

OS DEZ MANDAMENTOS DE UM MACHO

1 – Não se declarar a uma mulher antes que ela faça isso;

2 – Nunca pegar a mulher de um amigo ou a ex, caso saiba que ele vai se importar com isso (se for ex, na dúvida, pergunte antes);

3 – Nunca deixar de ver um jogo de futebol do seu time para acompanhar mulher em algum evento social;

4 – Não deixar de fazer nada do que gosta porque a sua namorada/mulher pediu. Um dia você vai se arrepender (Nunca deixar uma mulher mandar em você);

5 – Não dizer o tempo todo que é macho. Homem que é homem não precisa reafirmar isso o tempo todo. Isso é coisa de idiota;

6 – Não aceitar traição. Ser corno manso não é ser macho (não precisa matar ninguém também, isso é burrice);

7 – Nunca ser sustentado por uma mulher. Isso não quer dizer que não pode aceitar que ela pague algo ou te dê presentes. Mas não viver às custas de uma mulher. (Caso contrário, você vai cair no mandamento 4: ela vai mandar em você);

8 – Nunca implorar a atenção de uma mulher. Se ela não está nem aí para você, siga em frente, não se humilhe;

9 – Fazer de tudo para dar prazer a uma mulher na cama, colocando-a em primeiro lugar;

10 – Não tentar entender as mulheres. Apenas c…

Teclado sujo pode até causar uma infecção

Peça do computador possui 11 vezes mais bactérias do que o aceitável
Quando bate a fome é muito comum as pessoas aderirem a lanchinhos degustados em frente ao computador. Bolachas, bolos e sanduíches são, geralmente, quitutes cheios de farelos e com 90% de chances de cair entre os vãos do teclado. Uma pesquisa recente feita pela universidade carioca Gama Filho confirmou que o hábito também é responsável pela grande proliferação de micróbios que há no teclado.
Segundo os pesquisadores, o microbiologista João Carlos Tórtora e a bióloga Vanessa Batista Binatti, o que chamou a atenção para a pesquisa foi o fato de que qualquer lugar possui computadores, até mesmo uma UTI de hospitale, sem cuidados básicos, o objeto pode se transformar em contaminador.
De acordo com os pesquisadores, comparando um ambiente hospitalar que possui diversos cuidados com higiene e um ambiente normal com o estado em que se encontra um teclado comum, é possível identificar até 19 vezes mais fungos e 11 vezes mais bactérias na peça, por centímetro quadrado, do que é aceitável em um ambiente comum. Entre as bactérias encontradas no teclado, estavam a Staphylococcus, que provoca reações inflamatórias e a Enterococcus, que provoca infecções.
Limpe seu teclado
Tire proveito do aspirador de pó de casa e use-o para sugar a sujeira que fica entre as teclas. Bocas mais estreitas são mais eficientes para a limpeza. Para quem quiser uma limpeza mais eficiente, vale retirar as teclas com uma chave de fenda. Posicione a ponta da ferramenta entre uma das teclas e movimenta para cima, como uma alavanca. Não use força, porque o teclado é delicado. Tanto na opção de retirar as teclas quanto a de não retirá-las, aposte em uma flanela levemente umedecida para a limpeza e um cotonote para limpar os cantos. Use uma flanela limpa e seca para finalizar a limpeza.

Aprenda oito posições para uma boa transa, apimentada de aventura!

Quem não tem uma história de que o clima esquentou e a transa rolou no carro mesmo? O perigo é excitante. “Uma coisa que precisa ser pensada é o lugar, pois não seria nada agradável ser assaltado numa situação dessa e, também, não queremos que a polícia atrapalhe”, diz Ellen Louise, mestra em sedução da Madame Blanchye, no Rio de Janeiro. E ela diz mais: “O ideal que a mulher esteja com uma roupa pensada para facilitar, um vestido ou minissaia são perfeitos”, aconselha ela. Confira, agora, as oito posições que a personal sex Fatimah Moura descreve para que a transa seja prazerosa, mesmo dentro de um automóvel – ou, quem sabe, sobre ele.

1. A mulher deita no banco traseiro do carro, leva os joelhos em direção ao peito e ele se apoia de joelhos no banco. O homem pega os pés dela para controlar a penetração. Pode segurar também pelos quadris.

. Também no banco traseiro, ela de quatro, apoiada na janela do carro e ele por trás. Nessa, é o homem que controla.

3. No banco do carona, ela deita de bruços com o encosto um pouco abaixado. Peça que ela segure na parte de cima do banco e penetre-a por trás.

4. O homem senta no banco do carona, também inclinando um pouco para trás, e ela vai por cima, numa montaria. O controle é dela.

5. Nessa, mais arriscada, vocês vão precisar de um local bem deserto. Ela senta no capô do carro e laça o corpo dele com as pernas. Se tiver de vestido, melhor.

6. Também fora do carro, a posição dela é como se estivesse verificando o motor e o homem, obviamente, atrás.

7. A mulher fica no banco de trás, deitada, e apoia as pernas no banco da frente. Ele, por sua vez, fica entre as pernas dela, de costas para o banco. Nessa posição, é possível uma penetração bem profunda.

8. O homem fica no banco do carona, com o encosto reclinado, e ela se senta nele com as pernas apoiadas no ombro. O parceiro passa os braços por debaixo das coxas dela e controla os movimentos.

Dicas para um relacionamento saudável:

veja!
Viver a dois não é nada fácil e, para desvendar essa complexa tarefa, o mineiro Ailton Amélio da Silva, pesquisador acadêmico sobre o assunto, acaba de lançar o livro “Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela” (Publifolha). Em dez capítulos, o autor procura mostrar os fatores que contribuem para o sucesso de um relacionamento e as condições psicológicas que levam ao fim de uma relação.

Ailton revela ainda como a conversa pode contribuir para se ter uma relação amorosa mais duradoura e proveitosa, e explica como ter uma vida afetiva saudável. Para nortear a internauta, o iG conversou com o psicólogo do amor.

Existe mesmo uma metade ideal?

Ela é imutável? Ailton Amélio da Silva - Puro mito. Quem lhe interessa aos 18 anos provavelmente não interessaria aos 30. Vamos evoluindo psicologicamente, mudando nossos interesses, estamos sempre em processo de mudança. Amamos e nos apaixonamos diversas vezes. A metade ideal está relacionada à mitologia grega e por isso há essa crença tão grande. Há diversos tipos e modos de amar, não existe amor ideal ou perfeito. Amor é coisa viva, como aquele ditado do monociclo: se você parar de andar, cai.
Que cuidado deve-se ter para não se enganar na hora de escolher o parceiro?
Ailton Amélio da Silva - É necessário haver similaridade entre os parceiros para se relacionar, mas quando em excesso pode virar amizade. Então, tome cuidado para não namorar seu amigo. Uma certa diferença é sempre bem-vinda, por exemplo: tem que admirar o outro porque aí significa que ele tem qualidades ou atributos que não tenho e por isso elas são admiráveis. Mas também não há possibilidade de se amar e de se relacionar com pessoas muito diferentes. É necessário ter o mesmo grau de escolaridade, mesmo estilo de vida, os planos em comum. Não dá pra uma pessoa gastadeira dividir a vida com uma super econômica. Ou uma pessoa super sociável e que goste de sair ficar com alguém caseiro...
Como as constantes transformações pessoais podem atrapalhar ou melhorar uma relação?
Ailton Amélio da Silva - Um relacionamento deve ser saudável e atraente para que seja transformador. Vamos mudando, evoluindo psicologicamente. É preciso cultivar o prazer em estar com o outro de diferentes formas e em diversos momentos. Ter sempre admiração pela pessoa, objetivos, planos e meios de vida em comum.
Como manter a convivência sem cair no tédio?
Ailton Amélio da Silva - Tem que ter atração e desejo, mas isso é só o primeiro passo. O mais importante é não querer mudar o outro. É necessário convivência. E não existe amor ou namoro aos finais de semana ou só em situações agradáveis. É necessário convivência em situações diferentes, em diferentes meios. Você precisa conhecer a família dele, o meio onde há vivência, os hábitos, etc. Não dá para namorar de fim de semana e se encontrar só em situações agradáveis... É claro que ninguém se conhece 100% e nem vai conhecer, mas é necessário tentar saber o máximo possível sobre seu parceiro. Em testes feitos com casais que estão juntos, às vezes até há mais de 15 anos, é comprovado que eles se conhecem só 50%.
E o sexo, até que ponto é fundamental?
Ailton Amélio da Silva - O sexo é essencial e pressuposto para que uma relação se mantenha, mas geralmente é muito mal aproveitado. O ato sexual é uma expressão de liberdade, confiança e as pessoas não sabem como usá-lo. É preciso sempre variar, inovar, e aproveitar o que o sexo tem de melhor! Não é necessário fazer todas as posições do kama sutra, usar fantasias ou chamar outra pessoa para variar. O casal tem que se seduzir e se aproveitar.
Como as solteiras podem encontrar um novo amor?
Ailton Amélio da Silva - Não há fórmula. É necessário conhecer muitas pessoas, sair, conviver com diferentes tipos de gente, ter coragem e não ser tão carente. Quem é carente acaba engolindo qualquer coisa para suprir a carência. Não ser tão ciumenta também, porque o ciúme não pode ser o principal, não pode mover a relação. Também é necessário se relacionar com pessoas com defeitos que não te afetem ou que não sejam muito irritantes para você. Lembre-se, você não vai mudar a pessoa!

Amor ao primeiro cheiro

Aparentemente, o olfato parece ter uma implicação importante no comportamento sexual humano. Foram descobertas várias substâncias presentes em secreções corporais que poderiam atuar como ferormônios sexuais, como por exemplo, a androstandienona do suor masculino e as copulinas da secreção vaginal.
Alguns estudos foram realizados usando-se substâncias semelhantes aos ferormônios, baseados na hipótese de que os ferormônios com função atrativa sexual apresentariam odor agradável. Entretanto, os resultados não confirmaram essa hipótese, levando à conclusão de que odores agradáveis não necessariamente significam atração sexual. Aliás, algo facilmente reconhecido é que nem todo odor agradável tem associações sexuais.
Jennings-White estudou as respostas do OVN humano a substâncias semelhantes aos ferormônios e encontrou que as mais ativas foram: estratetraenol e androstandienona. Também relatou que elas são sexo-específicas, ou seja, a primeira atua sobre os homens e, a segunda, sobre as mulheres. Os ferormônios de outras espécies não mostraram ação sobre o OVN humano.
Parece que, como em outros mamíferos, através dos ferormônios, as mulheres conseguiriam evitar parceiros com alguns tipos de genes semelhantes aos dela, como um mecanismo "antiincesto". Isso seria conseguido através de substâncias específicas exaladas por cada indivíduo.
Em um estudo publicado em 1999, os pesquisadores avaliaram as respostas de homens e mulheres com relação à simetria e ao odor corporais. Foi percebido que a sensualidade do odor é um indicador mais relevante na escolha do parceiro, mais do que simplesmente se o odor é agradável ou não. Um achado interessante foi o de que as mulheres percebem mais a diferença entre um odor agradável e um odor sensual durante a fase mais fértil do ciclo menstrual. Assim, foi concluído que o odor corporal é um fator relevante na escolha do parceiro.

Mas afinal qual é a contribuição da química sexual para o sucesso da relação?

Quem já não ouviu falar em química sexual ?. Ou melhor, quem não acredita nesta poção mágica que faz os amantes perderem a cabeça?.
No entanto, química sexual parece tema de revista feminina ou programa de televisão paras as tardes de mulheres desapaixonadas. Isto era assim.
O assunto foi tema do periódico Sex Therapy que definiu química sexual como uma descrição não específica e subjetiva de um misterioso estado físico, emocional e sexual.
Gostou?. Pois tem mais. Química sexual existe no contexto da relação e é também o agradável resultado da interação dos parceiros. Ainda que nem toda “química sexual” entre parceiros resulte necessariamente em contato sexual.
Mas a idéia é que não é uma determinada característica da mulher, como a cor dos seus olhos, por exemplo, ou do homem, como seus músculos, que importa, mas sim “o encaixe” destas características entre os parceiros que provoca um alto nível de excitação sexual. Excitação sexual, mas não necessariamente amor. E se pintar a relação sexual ela é, quase sempre, muito satisfatória, com muitas variações, intensa e quase nunca desagradável ou aversiva.
Talvez, como afirmam os autores do texto, porque os amantes não sofram com as conseqüências dos seus atos. Como por exemplo, sentimentos de culpa após a relação. Para eles, estes sentimentos e complicações estão fora do cenário idílico e apaixonante dos que foram fisgados pela química da paixão. Mas e quando a química sexual acaba: o que fazer?. Bom este assunto, que deve interessar a muita gente, fica para o nosso próximo encontro.